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Ser mãe de Adicto!

Ser mãe de um adicto não é a mesma coisa que ser mãe de um filho com cancro, diabetes ou Hiv.
Ser mãe de um adicto não é a mesma coisa que ser mãe de um filho que serve o seu país no estrangeiro com honra.

Ser mãe de um adicto não é a mesma coisa que ser mãe de um filho que já não vive em casa, é chorado e lembrado todos os dias, pelos seus entes queridos

Não existem maratonas, campanhas de angariação de fundos ou campanhas de sensibilização com pessoas bonitas e famosas sobre os efeitos trágicos desta doença.

Não existem bandeiras hasteadas ou pulseiras coloridas que sirvam para reconhecer, orgulhosamente, as acções do filho adicto.

Só existem lagrimas, gritos silenciosos e angustia quando alguém bater à porta ou através de uma chamada telefónica com uma notícia trágica de algo que possa ter acontecido com seu filho.

Essa mãe, vê o filho todos os dias, mas não está feliz, embora ache, com um certa dose de alívio, que a melhor maneira de o ajudar, não é querer controlar, pelo contrário, é deixar que ele tenha a sua própria vida e aprenda com as consequências das suas decisões.

Quando ouve aquilo que ele diz, antecipa com medo e preocupação o futuro do filho, e apesar de tudo, ainda tem uma réstia de esperança…

Quando olha para seu filho, questionando-se se algum dia irá voltar a ter uma relação de confiança com ele, abraça-lo ou em último caso, se irá voltar a vê-lo outra vez.

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Dizem que a culpa não é dela, que não fizeram nada de errado e que são impotentes.

Essas mães assistem impotentes, ao sofrimento e ao remorso da família, conforme a doença progride e agrava cada dia que passa, ela vê os noticiários da noite e estremece quando se vê na mesma situação, das outras mães, sobre os seus filhos viciados às drogas, são presos pela policia e considerados a escumalha da sociedade.

Observa um jovem adicto a drogas a bradar aos céus, implorando por mudar de estilo de vida ou a pedir comida e, imediatamente, lembra que o seu filho também pode estar na mesma situação que ele.

Olha para as fotografias dele, quando era criança e recorda os seus sorrisos, abraços, os beijos, os joelhos esfarrapados e os jogos de futebol…

Recorda os seus planos, os seus objectivos, as aspirações e os seus sonhos…

Anseia que o seu filho volte para casa, que ligue …que encontre a força para travar esta terrível doença…anseia por ajuda, por consolo, por uma cura…

E sempre tem esperança, uma esperança infinita por um futuro livre de drogas… tem esperança, que durante o sono agitado, consiga encontrar uma forma de sair deste pesadelo…

Por: Lorelie Rozanno

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