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Quais são os tratamentos para codependência?

Assim como a dependência química e o alcoolismo são doenças crônicas, nas quais o paciente precisa estar constantemente alerta à possibilidade de uma recaída, o mesmo acontece com a codependência.

Especialmente quando o adicto se recupera, é comum que os sinais apresentados pelo codependente também se amenizem ou sejam eliminados da rotina. No entanto, estamos falando de um processo. Aprender a reconhecer gatilhos e a evitar atitudes que conduzam o indivíduo novamente ao comportamento disfuncional é fundamental.

Outro ponto importante é não carregar o peso de se considerar responsável pelo quadro de adoecimento de quem ama. Mais do que isso, ser capaz de se priorizar: não é egoísmo ver a si próprio como a pessoa mais importante da sua vida.

Essa, aliás, é uma condição essencial para conseguir ajudar o outro.

Quais são os tratamentos para codependência?

Tal qual a dependência, a codependência exige acompanhamento especializado. Em geral, as três abordagens que descrevo em seguida são utilizadas em conjunto.

Tratamento do dependente

Para que o codependente possa superar o seu quadro e compreender que não é sua responsabilidade garantir a recuperação do outro, é importante que o adicto tenha acesso a um tratamento especializado.

Em nossa comunidade terapêutica, focamos em uma abordagem biopsicossocial, que busca não só combater o vício, mas também promover a qualidade de vida e a retomada da independência.

O resultado beneficia a todos, pois quebra o ciclo de interdependência e permite a construção de relações mais saudáveis, baseadas em confiança e autonomia.

Psicoterapia

Além disso, é importante que o codependente busque ajuda para si e para superar o quadro desenvolvido.

Isso envolve resgatar a sua autoestima e enxergar os comportamentos disfuncionais reproduzidos até então, entendendo o quanto eles afetam a própria vida e a recuperação do outro.

A psicoterapia é uma ferramenta poderosa para tanto, pois permite desenvolver o autoconhecimento e trabalhar questões que podem ter ajudado no surgimento da codependência.

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É sobre aprender a lidar com as próprias expectativas diante de crenças muitas vezes irracionais e gerar uma consciência mais realista dos seus sentimentos e comportamentos, como propõe a Terapia Racional Emotiva (TRE), que utilizamos.

Como consequência, se torna mais fácil reconhecer condutas que precisam ser modificadas e ficar menos vulnerável às emoções.

Grupos de mútua ajuda

Engana-se quem pensa que os grupos de mútua ajuda são apenas para dependentes químicos. A partir do modelo criado pelo Alcoólicos Anônimos, outros tantos programas de 12 passos foram concebidos.

Os mais conhecidos no Brasil são o Amor Exigente e o Codependentes Anônimos (Coda). Este, inclusive, tem como lema “só por hoje serei a pessoa mais importante da minha vida”, o que já mostra muito do seu propósito.

Eles funcionam por meio de reuniões semanais, nas quais os participantes são convidados a compartilhar as suas experiências com outras pessoas que já passaram por situações semelhantes.

A ausência de julgamentos é um aspecto fundamental sobre os programas, que permitem vivenciar uma jornada de autoconhecimento e de redescoberta do amor próprio.

Conclusão

Como destaquei lá no início do artigo, a ajuda da família e dos entes queridos é essencial para que o adicto possa superar o seu vício e voltar a ter o controle da sua história.

No entanto, é preciso estar atento para não transformar o que era apoio em um comportamento compulsivo, que sufoca o outro e leva a ignorar as próprias necessidades.

Quando a codependência é uma realidade, reconhecer o problema é o primeiro passo. O próximo é se permitir a receber os cuidados exigidos. Pela minha vivência diária, sei que pode não ser fácil lidar com uma situação tão complexa e cheia de nuances, mas é necessário – e o caminho não precisa ser solitário.

Quer oferecer suporte especializado na recuperação de um quadro de dependência química ou alcoolismo e ainda ajudar a romper o ciclo da codependência?

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