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Mais de 4 milhões de brasileiro são dependentes da maconha

Uma das maiores dificuldades nos tratamentos para dependentes da maconha reside em sua facilidade de aquisição e na crença de que a maconha não gera dependência. A linha tênue entre o universo saudável e o mundo das drogas tem se tornando parte de nossa realidade. A maconha, depois do álcool, é o maior exemplo de que as drogas podem estar nos mais diferentes lugares, com aqueles em que nós menos esperemos e é extremamente consumida para as mais diversas situações.

A liberação, defendida por muitos para fins medicinais e outros como forma de liberdade (escolha), é um dos grandes temas que geram discussões e divergências de opiniões em todo o Brasil. Para a classe consumidora deste mal por lazer e satisfação, é importante ter a compreensão do perigo que a substância pode vir a gerar em sua vida. Todas as dependências químicas se desenvolvem no indivíduo gerando consequências tanto para o estado de saúde física como mental e psicológica, trazendo à tona, um lado obscuro e sem limites do usuário para alimentar o seu vício.

Efeitos e abuso de maconha

A maconha é uma droga psicoativa que altera a percepção. A maconha contém tetra-hidrocanabinol (THC), que é o composto químico que causa os efeitos da droga. Os efeitos da maconha podem ser diferentes para todos e dependem de como é consumida. Fumar maconha produz uma alta mais rápida e de vida mais curta do que tomá-la por via oral. Os efeitos de dabs podem ser imediatos e durar horas, devido às quantidades concentradas de THC.

Os efeitos da maconha incluem:

  • Sentimentos de felicidade;
  • Alucinações leves;
  • Aumento do apetite;
  • Ansiedade reduzida.

Embora não exista praticamente nenhum risco de sobredosagem, a maconha é a segunda maior taxa (após cocaína) de atendimentos de emergência causada pelo abuso de uma substância ilícita. Essas visitas ao hospital são atribuídas principalmente a acidentes que ocorreram quando os indivíduos estavam intoxicados.

Aumentando o conteúdo de THC na maconha

O conteúdo de THC da maconha aumentou em até 300% desde os anos 60, o que afeta o abuso e a tolerância à maconha. As doses mais altas de THC na maconha atual podem contribuir para aumentar os riscos relacionados à intoxicação e aumentar o risco de dependência.

Dependência de maconha

O vício em maconha pode ser diagnosticado clinicamente e tem um impacto negativo na vida da pessoa. As pessoas podem desenvolver uma dependência psicológica da maconha da mesma maneira que outros vícios se desenvolvem.

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Quando um indivíduo usa marjiuana, os receptores canabinóides no cérebro são ativados por um neurotransmissor chamado Anandamida. O THC imita e bloqueia as ações de neurotransmissores naturais como a Anandamida, a ponto de o corpo não produzir mais Anandamida por si só. O cérebro do usuário é reprogramado para precisar de maconha apenas para se sentir normal. Quando o usuário para de trazer mais THC para o corpo, geralmente apresenta sintomas de abstinência devido à falta resultante de anandamida. Desejar deixar de usar maconha, mas não poder fazê-lo, é uma forte indicação de um vício.

Também há riscos de usar maconha que podem afetar a vida pessoal de alguém. Esses riscos podem se manifestar em consequências mais imediatas, como:

  • Complicações legais;
  • Atraso na escola;
  • Tendo problemas no trabalho;
  • Uma capacidade prejudicada de aprender e lembrar coisas.

Se você continuou usando maconha apesar das consequências negativas, pode ter um vício. Confira os sintomas e sinais de alerta do vício em maconha.

Maconha e outras drogas

A maconha é reconhecida há muito tempo como uma droga de passagem, porque a experimentação frequentemente leva ao uso de drogas mais pesadas, como cocaína. A percepção da maconha como uma droga de passagem está mais frequentemente relacionada ao uso de maconha na adolescência porque é mais provável que os adolescentes experimentem outras drogas. Como o abuso de maconha continua a aumentar, os adolescentes estão fumando mais do que nunca. Adolescentes que fumam maconha correm um risco maior de desenvolver um vício – maconha ou algo mais difícil – mais tarde na vida.

Estatísticas de abuso de maconha

O relatório destaca que o Brasil não tem produção própria suficiente para suprir a demanda pela maconha, o que explica os grandes volumes trazidos do Paraguai. A ONU estima que 158,8 milhões de pessoas, ou 3,8% da população entre 15 e 64 anos, consuma drogas feitas com cannabis (maconha e haxixe) no mundo.

Tratar um dependente em maconha

Algumas pessoas que usam maconha frequentemente por um longo período lutam para parar de usar por conta própria. Assim como qualquer outro vício, pedir ajuda é a maneira mais eficaz de parar. As opções de tratamento incluem reabilitação hospitalar, reabilitação ambulatorial, grupos de apoio e terapia.

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