ENDEREÇO:
Núcleo Rural Alexandre Gusmão - Gleba 03 Lote 369 Chácara 03 e 04
Ceilandia - Brasília/DF
INFORMAÇÕES DE CONTATO:
[email protected]
Tel: (61) 3375-5578 / 3375-6381
Cel: (61) 98442-3416

Internação involuntária – Guia simples, prático e gratuito

A internação involuntária se faz necessária especialmente em casos de riscos à vida do dependente e da sociedade. Por isso, não deve ser banalizada mas levada ainda mais a sério quando o assunto em questão é dependência química.

O que é a internação involuntária?

A internação involuntária, normalmente, é feita através de familiares ou responsáveis diretos e a pessoa que solicita pelo internamento precisa assinar um termo de autorização. É um grande desafio não somente para o dependente, mas também para a família que tem sua harmonia atingida. Ultimamente, muito se tem falado sobre a nova lei de internação involuntária para amenizar e controlar o abuso de substâncias químicas e os danos causados a família do dependente.

Esta leitura vai sanar as dúvidas sobre a nova lei que define as condições de atenção aos usuários e dependentes químicos para tratamento e internação involuntária. As principais mudanças serão descritas nesta matéria.  Anteriormente a lei nº 11.343 de 23 de agosto de 2006 apresentava como opção inicial apenas a internação voluntária em comunidades terapêuticas, ou seja: “aquela que se dá com o consentimento do dependente de drogas.” Porém, houve mudanças com a lei sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro.

A nova lei nº 13.840, de 5 de junho de 2019 permite a internação involuntária, ou seja, aquela que se dá sem o consentimento prévio do dependente. Porém, somente deve ser realizada em unidades de saúde ou hospitais com equipes multidisciplinares obrigatoriamente autorizadas por médico devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina – CRM do Estado onde se localize o estabelecimento onde a internação será feita.

Cintra IT - Seu site profissional responsivo! Ligue (61) 98416-7091

Sendo assim, a internação involuntária não tem necessidade de autorização judicial, mas deve ser realizada após a formalização da decisão por médico responsável. Neste caso, as comunidades terapêuticas não têm permissão para realizar este tipo de internamento. A nova lei proporcionou a internação sem tantas burocracias, o que tornou mais ágil o socorro à pessoas dependentes com riscos a sua própria vida e de outras pessoas e que geralmente não têm condições de reconhecer a gravidade do problema que enfrentam.

Não internar um dependente crônico pode resultar em consequências

  • Falta de comprometimento com as atividades diárias;
  • Perda da vida social;
  • Mudança no relacionamento familiar;
  • Perda de controle financeiro;
  • Manipulação e furtos para comprar a substância química em que é dependente;
  • Qualquer evento é motivo para usar a droga.

Soluções

Diante das consequências que a falta de tratamento e internação proporcionam, surge a necessidade de soluções eficazes para esse problema. Mesmo que o processo de solicitar a internação seja doloroso, principalmente, pelo fato do dependente se revoltar e não querer o tratamento, é preciso pensar no benefício que a intervenção trará para ele e sua família.

Além disso, é necessário considerar que o dependente não tem noção de como o uso de drogas afeta sua vida. Contudo, depois do tratamento intensivo, quando estiver em sã consciência, sem dúvidas será muito grato pela mudança para melhor que a intervenção fará em sua vida. Por isso, a solução mais eficaz para um dependente é passar pela avaliação de um médico especializado e capacitado para decidir pelo tipo de tratamento ou até mesmo pela internação.

Cintra IT - Tudo para sua empresa ou negócio viver bem na web.

Usamos cookies para lhe proporcionar a melhor experiência.