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Espírito Santo é o 3º estado do País em mortes por causa do álcool

Principais problemas são acidentes de trânsito, violência e cirrose hepática, além de transtornos mentais e comportamentais.

O médico João Chequer disse que o consumo de bebida alcoólica pode ser nocivo até quando não há dependência (Foto: Antonio Moreira)

O Espírito Santo é o terceiro estado do País com maior número de mortes em decorrência do consumo de álcool. Os dados são do levantamento do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool.

São 41,5 mortes ligadas à bebida a cada 100 mil habitantes, deixando o Espírito Santo atrás apenas de Pernambuco (41,7/100 mil) e Sergipe (44,2 mortes/100 mil). A pesquisa revela que as mortes por consumo de álcool representam 6,7% do total de óbitos no Estado.

As principais causas de mortes ligadas ao uso de álcool foram: acidente de trânsito (19,7%), violência interpessoal (16,1%), cirrose hepática (15,5%) e transtornos mentais e comportamentais (10,2%).

Para o médico João Chequer, especialista em Dependência Química, as pessoas tendem a consumir mais bebidas alcoólicas no Estado, por ser uma região com grande extensão litorânea.

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“Sol, sal, praia, o verão, tudo isso influencia o capixaba a beber. Também tem o fator cultural. Aqui, tudo vira uma festa”, ressaltou o especialista.

O médico ainda explicou que o álcool pode ser nocivo até mesmo quando não há dependência. “Ele provoca no indivíduo doenças neurológicas e agride o coração, o pulmão, provoca aumento da pressão arterial e está relacionado a 30% de todas as doenças malignas do nosso organismo”, disse.

Conforme o levantamento, o Estado registrou 7.443 internações relacionadas ao uso de álcool em 2018. Foram 6.998 internações atribuídas parcialmente ao álcool e 445 totalmente atribuídas ao uso de álcool. Além disso, houve aumento no consumo entre as mulheres e pessoas acima de 55 anos.

“Temos observado um aumento no uso de álcool entre as mulheres e idosos, não só em relação à quantidade, mas também à frequência. Eles são mais vulneráveis aos efeitos do álcool por razões fisiológicas e, por isso, é recomendado mais atenção ao consumo de bebidas”, destacou o psiquiatra Arthur Guerra, presidente do Cisa.

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