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Comunidade Terapêutica para dependentes químicos: Como funciona?

Uma em cada quatro pessoas convive diretamente com este tipo de problema, seja por uso e consumo próprio, ou pela exposição de algum familiar ou pessoa próxima ao consumo de drogas.

Pesquisas recentes apontam não apenas um número expressivo de usuários, mas um avanço violento na quantidade de mortes diretamente relacionadas ao consumo de drogas.

Em 2015, o registro de ocorrências de mortes relacionadas às drogas chegou a 450 mil casos. Em apenas dois anos, em 2017, este número deu um salto para 585 mil, em uma taxa percentual de aumento de 30% neste período de tempo.

Tratar e recuperar dependentes químicos virou uma atividade de múltiplas facetas, pois é uma necessidade vital para a reconstrução de boa parte da sociedade, que despenca humanitariamente diante de um desafio tão poderoso.

Comunidade Terapêutica para dependentes químicos. O que é e como funciona?

Comunidade Terapêutica para dependentes químicos, é um espaço específico e necessário para a aplicação de técnicas e tratamentos que promovam a retirada das drogas da vida das pessoas, que se encontram em condição avançada de vício, nas mais diversas substâncias.

A ciência entende que o primeiro passo para a remissão do consumo de drogas, é enfrentar o desejo e a necessidade que a substância exerce sobre o indivíduo.

O desejo está ligado a querer experimentar sequencialmente aquela sensação de prazer e euforia, a ponto de estar drogado indiscriminadamente, o tempo todo.

A necessidade parte de um processo de dependência química, que o uso frequente deste tipo de substância provoca no organismo.

A soma de DESEJO + NECESSIDADE, torna o uso de drogas uma tendência poderosa sobre a vida de quem chega a este estágio.

Existem vertentes da ciência que praticam e defendem o abandono gradual em alguns casos e para alguns tipos de drogas, mas de uma maneira geral, o que se tem por efetivo, é que o mal seja cortado pela raiz e o indivíduo seja efetivamente afastado completamente das drogas.

Na maioria das vezes, este processo de afastamento traz uma série de consequências previsíveis.

Muitos pacientes que ingressam nos tratamentos, carregam consigo uma série de severas consequências, principalmente nas etapas iniciais, pois precisam enfrentar a abstinência, algo que agride profundamente o corpo e a mente do indivíduo.

A maioria das drogas provoca crises poderosas de abstinência, com sintomas muito desagradáveis para o paciente e para a família, pois os estágios podem ser bem intensos, levando a total perda de controle físico e emocional, necessitando de acompanhamento muito próximo e efetivo de pessoas especializadas no enfrentamento do problema.

Normalmente, as comunidades costumam ser bem estruturadas, com espaços e equipamentos de controle e acompanhamento das diversas etapas do tratamento.

O foco é o afastamento total do paciente, do universo das drogas, ao mesmo tempo em que é realizado o controle, através de técnicas e medicamentos, dos sintomas e problemas associados à abstinência.

O tempo médio de tratamento em uma comunidade costuma girar em torno de 180 dias, pois se está falando da libertação da dependência de utilização da droga, e da reconstrução de personalidade e de integridade mental do indivíduo.

Em todos os casos, os primeiros 90 dias são de confinamento total e exclusivo.

Somente no Brasil, o investimento do sistema público de saúde já supera 1,5 bilhão de reais com internações e tratamentos pelo CAPS, sem esquecer que esta modalidade mantida pelo governo, é a que tem a menor taxa de remissão e reabilitação.

Fonte: exame.abril.com.br

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